A geração que nasceu após a segunda revolução industrial cresceu na mira do capitalismo “leve”, como diz Zygmunt Bauman em seu livro Modernidade Liquida. Este capitalismo dá apenas a impressão de ser leve, mas no fundo é uma eterna prisão. O mal da pós-modernidade é o excesso. As palavras consumismo, hedonismo, narcisismo, egoísmo, individualismo, estão presentes na vida da maioria das pessoas que nasceram ou passaram pelo “Buuuhhhh!” pós-moderno. Porém, nós cristãos não devemos nos acomodar. O apóstolo Paulo já havia nos orientado: “Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança das suas mentes. Assim vocês conheceram a vontade de Deus que é boa, perfeita e agradável a ele.” (Romanos 12:2). Essa geração é bombardeada a todo momento por frases como: “Todo mundo usa”, “Feito para você”, “Abuse e use”, “Porque você vale muito”. O que a maioria das marcas promete é a inclusão. Use isso que todos vão gostar de você, consuma aquilo que você será mais descolado. Tudo ilusão! A necessidade de ser visto, reconhecido, faz com que muitas pessoas se preocupem mais com o que vestem do que com o que realmente são. Quando você coloca o valor da sua vida nas coisas que você tem, você se torna uma pessoa frustrada, escrava e presa. Devemos ser servos apenas de Deus, escravos da sua justiça! “E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.” (Romanos 6:18). “Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus.” (1 Pedro 2:16). As marcas sempre terão modelos novos, roupas diferentes, a moda está em constante mudança, não tente acompanhá-la. Vista o que te deixa a vontade, consuma o necessário. Claro, que não tem problema, uma vez ou outra, comprar uma roupa que você gostou, um sapato que está na moda. Mas, devemos saber discernir o que é bom do que é ruim, o que é necessário do que é exagero. Que possamos dizer como Salomão: “Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume.” (Provérbios 30:8). |
quarta-feira, 30 de março de 2011
Não devemos nos conformar com este século!
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