quinta-feira, 23 de junho de 2011

Mordomia cristã do tempo

 Ec 3.1-8


Introdução
Deus tem um plano eterno que inclui os propósitos e atividades de toda pessoa na terra. A mordomia do tempo requer que saibamos aproveitar bem a vida que temos, vivendo para Deus, com temor, sabedoria e paciência.

I. O que precisamos aprender:

                       
1. Para nós a vida terrena é medida pelo tempo de vida por aqui, isto é, como, onde, quando, de que maneira gastamos nosso tempo. Com certeza DEUS nos deu um tempo, e devemos fazer o máximo possível para que este seja suficiente e muitas almas possam ser salvas através de nossa pregação, vida, atos e atitudes, Mt 20; Sl 90.3-6; 8,10; Sl 90.3-6; 8,10.

2. Precisamos administrar o tempo que Deus nos dá, Sl 31.15; At 17.26. Todo o tempo que JESUS tinha disponível estava sempre usando-o no serviço de DEUS. É nossa responsabilidade administrar o tempo que é de DEUS e para ELE deve ser dedicado. É maneira de mostrar sabedoria ao mundo.

3. O tempo é dádiva de Deus, Sl 90.12. O Tempo é presente de DEUS para nós, para que o aproveitemos de maneira a agradá-lo, sempre nos dispondo para o serviço que nos foi proposto.

II. COMO USAR O TEMPO?
Podemos usá-lo positivamente ou negativamente.

1. O uso negativo do tempo.

a) É utilizar o tempo para coisas que não edificam e farão diferença negativa em nosso relacionamento com DEUS.
b) Desperdiçar o tempo com coisas fúteis, 2 Tm 2.16; Tg 5.6-11; Ef 4.29. O tempo não volta. Cada minuto perdido é tempo desperdiçado e irrecuperável. "Cada minuto de vida nunca é mais, é sempre menos".
2. O uso positivo do tempo.
a) Planeje seu tempo. “Tudo tem seu tempo determinado”, Ec 3.1. Sempre que alguém aprende a planejar seu tempo, este alguém se destaca na obra de DEUS e no poder de DEUS.
b) Cultive a pontualidade. “Não sejais vagarosos no cuidado”, Rm 12.11. A pontualidade indica caráter, compromisso com DEUS e valorização do outro que está à espera.
c) Procure remir o tempo. Não significa diminuí-lo, nem aumentá-lo. Medir o tempo e encaixar cada atividade dentro de seu devido tempo é arte para crente que tem comunhão com o ESPÍRITO SANTO.
CONCLUSÃO
O crente deve entregar-se a Deus como sacrifício vivo, deixar que o Espírito Santo leve a efeito o plano de Deus em sua vida e ter cuidado para não se afastar da vontade de Deus, e assim perder a oportunidade quanto ao propósito divino para a sua vida.
Quando nosso tempo é dedicado a DEUS em primeiro lugar, as demais tarefas se tornam simples e fáceis de serem concretizadas.


A Mordomia da Influência

    Rm 14.7; I Co 10.22-23


INTRODUÇÃO
Paulo fala sobre a potencialidade da influência. Diz ele que ninguém pode eximir-se de exercê-la ou sofrê-la, Rm 14.7. Jesus falou da influência cristã como poder incoercível para o bem das almas e a glória de Deus: "Não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte... Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens", Mt 5.14-16.

ÁREAS DE INFLUÊNCIA
Todos nos exercemos influência, uns mais, outros menos, de acordo com o círculo de nossas relações.

1. A Influência no lar
Diariamente estamos exercendo influência sobre aqueles com quem vivemos. É no lar que vivemos nossa vida mais real, sem a preocupação de escondermos a nossa personalidade, sem podermos ocultar aquilo que realmente somos e pensamos. Por isso mesmo verifica-se, muita vez, que a vida do indivíduo no lar está em conflito com a vida fora dele. Vendo-o no lar e depois fora, nem parece tratar-se da mesma pessoa.
A vida do crente deve ser tal que não haja discrepância entre sua vida em família e a vida na sociedade. Ele não pode ser irritadiço, maledicente e profano no lar, para depois se apresentar na igreja com aparências de piedade. Religião para o mordomo fiel não é capote para vestir quando vai à igreja e para dependurar no cabide ao voltar para casa. O mordomo reconhece que a esfera do lar é tão sagrada quanto a da igreja.
2. A influência na escola
É outro lugar em que a nossa influência se faz exercer poderosamente. Temos já um grande número de crentes nas escolas secundárias e um número considerável deles nas escolas superiores. Que oportunidade magnífica tem cada crente para exercer sua influência evangélica sobre os companheiros de estudos!
3. A influência nos negócios
A influência do crente nos seus negócios, no cumprimento de suas obrigações diárias, é, talvez, a mais poderosa, e aquela em que ele tem melhor oportunidade de exercer sua mordomia. O cristão verdadeiro não tem a religião e os negócios em compartimentos separados. Tanto na oficina de trabalho, como na igreja, tem como Senhor supremo aquele que não faz distinções artificiais dessa natureza. O que precisamos é a transformação da mentalidade do nosso povo, pelo nosso exemplo. Deve-se poder respirar tal atmosfera em nossas transações comerciais, que a qualquer momento possamos intercalar nelas uma oração. Todo indivíduo realmente cônscio de sua mordomia, não poderá deixar de convidar o Sócio divino para orientar seus negócios e deles participar.
4. A influência na igreja
Nossas atitudes no culto, nosso espírito de cooperação não poderá deixar de influenciar outros a colaborar também no trabalho. A liberalidade com que contribuimos levará alguém a imitar-nos. Se servirmos no espírito de quem quer ser útil, e não no de vanglória, seremos uma inspiração para os nossos irmãos. Se mostrarmos uma atitude humilde, um coração pronto a compreender as faltas alheias e a perdoar, se amarmos os fracos e procurarmos em tudo o bem das almas que se perdem e a honra da igreja que Cristo quer ver imaculada e preciosa, se tudo isso fizermos, estaremos administrando nossos dons "como bons dispenseiros da multiforme graça de Deus", I Pd. 4. 10.
5. A influência na sociedade
Como crentes, não devemos ser isolacionistas, que se segregam do mundo. Cristo mesmo pediu isso ao Pai. "Não peço que os tires do mundo'', orou ele, ''mas que os livres do mal'', João 17.15. Devemos procurar, como nosso Mestre, todo o contacto com a sociedade, que nos permita influenciá-la com o evangelho, sem permitir que a sociedade nos influencie no que tem de mau e corrupto.

Conclusão
Sejamos mordomos tais de nossa influência, que ao descansarmos de nossos trabalhos, as nossas obras nos sigam, Ap 14. 13. Que, como no caso de Dorcas, At. 9.36-39, haja aqueles que possam testificar do valor de nossa influência cristã sobre suas vidas. 

Mordomia dos Bens

Ec 5.19

Introdução
É ensino claro da Palavra de Deus que toda riqueza a ele pertence, enquanto nós somos simples despenseiros dela. Só Deus tem o direito de propriedade, e o cristão o direito de posse, isto é, o direito de usar os bens materiais enquanto estiver neste mundo. O cristão verdadeiro reconhece que Deus é quem lhe dá forças para adquirir fortuna. Dt. 8:18. "Eu fiz a terra, o homem, e os animais que estão sobre a face da terra, pelo meu grande poder, e com meu braço estendido, e a dou àquele que me agrada em meus olhos". Jr. 27:5.


1. O QUE A BÍBLIA FALA DOS BENS MATERIAIS?

  • Deus é o dono dos nossos bens – Ex 19.5 e 6; Sl 24.1 e Ag 2.8.
  • A capacidade de adquirir os bens vem de Deus – Dt 8.15-18, I Cr 29.12 e Ec 5.19.
  • Os bens tem duração limitada – Sl 39.6, Sl 49.16 e 17, I Tm 6.7.
2. MAU USO DOS BENS MATERIAIS
  • Quando os bens são adquiridos de forma desonesta – Pv 11.1, Rm 12.17, I Pe 2.1.
  • Quando deixa de ser servo para ser senhor do homem – Mt 19.23, Lc 16.13, I Tm 6.10
  • Quando leva o homem a esquecer-se de Deus – Dt 8.11-14.
  • Expõe o homem a grandes tentações – Mt 13.22 e I Tm 6.9.

3. BOM USO DOS BENS MATERIAIS
  • Quando são usados para a glória de Deus – I Co 10.31. “O dinheiro não pode subir aos céus mas pode realizar coisas celestiais na terra.”
  • Quando os valores espirituais tem a primazia – I Rs 3.11-13, Mt 6.33.
  • Quando a ajuda ao próximo é lembrada – Mt 25.31-40, At 4. 34 e 35 e I Tm 6.17-19.
  • Temos um estilo de vida simples – I Tm 6.7-10, Mt 8.20.

CONCLUSÃO
Como estudamos, os bens devem ser encarados sob o ponto de vista divino. Desta forma consagraremos os mesmos e o usaremos de forma agradável a Deus. Deve
mos carimbar tudo o que temos com o seguinte lembrete: “Dado por Deus, prioridade de Deus, para ser usado para os propósitos de Deus.”

Mordomia do dinheiro

 

,Ag 2.8, Sl 24.1, Ml 3.10-12

INTRODUÇÃO

O cristão deve entender bem a sua responsabilidade em relação à mordomia do dinheiro para não pecar contra Deus (Mateus 6.19-21).

I. O SIGNIFICADO DO DÍZIMO NA BÍBLIA

  1. Sentido literal. Dízimo é o hábito regular pelo qual um cristão, procurando ser fiel ao ensino das Escrituras, separa para Deus, pelo menos dez por cento de sua renda como um reconhecimento das dádivas divinas. Ele reconhece assim, que Deus é o Senhor de tudo o que temos (Os 2.8,9; 1 Co 10.26).
  2. Sentido conceitual. Dízimo é a décima parte de um todo. É considerar que Deus é a fonte de toda a possessão material (Sl 24.1; 1Co 10.26). Quando o crente reconhece que tudo o que temos é dádiva de Deus, separa um décimo de seus rendimentos para expressar sua convicção de que Deus é dono e doador de tudo o que possui.
  3. Sentido moral. O dízimo é um testemunho da bondade criadora de Deus. Quando entregamos o dízimo provamos a nossa dependência de Deus e de suas bênçãos. (1 Co 10.26; Ag 2.8).
  4. Sentido espiritual. a) Reconhecimento pelas bênçãos divinas ; b) Adoração; c) A Fé.
II. O QUE DEUS ESPERA DE NÓS:
  1. Fidelidade no Mínimo, (Lc.16:10). Não adianta dizer que quando Deus nos der mais dinheiro, então contribuiremos. Se não o fazemos com pouco não faremos depois com um valor maior.
  2. Segundo as posses, (I Co.16:1,2; II Co.8:12, Lc.21:1-3). Deus não vê e nem compara números. Ele vê a disposição do coração e a limitação da renda. Quem possui mais não é melhor por ofertar mais do que o que tem menos condições. Quando Jesus foi dedicado no templo, seus pais deram uma oferta de gente pobre.
  3. Expressão de Generosidade, (II Co. 9:5-7). Deus não aceita o que é expressão de avareza.  Atos 5 mostra que Ananias não foi generoso; pelo contrário foi avarento e orgulhoso e quis estar em evidência. Deus não está atrás do nosso dinheiro, mas da expressão de generosidade; sem ela, o dinheiro não vale nada! Deve haver em nós alegria ao contribuir! O apóstolo Paulo se referiu a isto como sendo uma "graça". É um privilégio servirmos a Deus com nossos bens, e o Senhor não quer que ninguém o faça por constrangimento, mas de coração.
Prova de Obediência. Minha contribuição em todos os seus níveis é uma prova da minha obediência a Deus. Portanto, se sou falho nesta área, estou demonstrando quem realmente sou.
CONCLUSÃO
A experiência de quem dá o dízimo é a certeza de estar fazendo a vontade de Deus, além de receber as bênçãos que Ele tem prometido. Há pessoas que não dão o dízimo por acharem que não podem. O importante é começar com fé e Deus dará as condições para prosseguir. Ninguém resolve seus problemas financeiros sonegando o dízimo. Se atrasarmos uma prestação terá que pagá-la no mês seguinte com multa e juros. Quem deixa de entregar o dízimo um mês ou dois, nunca atualiza. O dízimo, além de ser uma obrigação espiritual, é o meio pelo qual a igreja se mantém e pode cumprir sua missão na terra.

Mordomia do Corpo

1 Co 6. l9, 20

Que maravilhoso o corpo que o Senhor nos deu!
Os nossos olhos, por exemplo; quanta perfeição! Cada olho humano contém 107.000.000 de células. Uma quantidade delas encarregada de transmitir uma mensagem ao cérebro quando uns poucos fótons de luz as atravessar. Temos à plena percepção do aspecto das cores, e podemos distinguir mil nuances de cores. As outras, usadas especialmente na penumbra.
E os nossos ouvidos, então! As freqüências sonoras produzidas por uma orquestra fazem vibrar os tímpanos tão debilmente quanto um bilionésimo de centímetro (a distância de um décimo do diâmetro de um átomo de hidrogênio). Esta vibração é transmitida para o ouvido interno por três ossos familiarmente conhecidos como martelo, bigorna e estribo. Quando a freqüência do dó médio do piano se faz ouvir, o pistão dos ossos do nosso ouvido interno vibra 256 vezes por segundo. Mais para dentro há pestanas individuais, comparáveis aos bastonetes e cones do olho, que transmitem mensagens sonoras específicas ao cérebro, que combina essas mensagens. Tudo a um nível de som aceitável, pois o que passa disso o considera barulho.


1. O QUE A BÍBLIA FALA DO NOSSO CORPO?

  • Foi criado por Deus, Gn 1.26 e 28 - 2.7 e Sl 139.14;
  • É templo do Espírito Santo, 1 Co 6.19 e 20;
  • É usado como metáfora da Igreja, 1 Co 12.12--31;
  • Podemos glorificar a Deus em nosso corpo, (1 Co 6.20 e Fp 1.20), dedicando-o a Deus, (Rm 12.1 e 2).

2. DEVERES PARA COM O CORPO
  • Não expor o corpo à fadiga excessiva ou a esforço físico ou mental que penalize a vida;
  • Não retaliar a saúde no trabalho pela ambição de lucro maior;
  • Alimento saudável Higiene do corpo, da casa e das roupas assim evitando doenças, ( Deus  deu dieta p/ o povo no  deserto  -
  • Visitas ao médico em caráter preventivo - vacinas, por exemplo, exames preventivos, etc.
  • Descanso( não dormir muito  e nem  pouco )
  • Usar vestes dentro do padrão biblico, 1 Tm 2.9; Sl 96.9
  • Lazer, Lc 2.52
  • Fugir da prostituição, 1 Co 6.15-18, Ef 5.1-4 e Cl 3.5
  • Fugir das relações sexuais fora do casamento;
  • Não fazer uso dos inimigos do corpo: fumo, bebida  e  drogas
CONCLUSÃO

Como está a nossa saúde física? Procurar informação apropriada sobre os alimentos a serem evitados para o bem-estar da nossa saúde e os alimentos que devemos usar e como usá-los. Devemos observar como está o nosso peso. Muitos estão com o peso acima do que deveriam e isso pode trazer muitas complicações para a saúde física, como obesidade, alteração dos níveis de gordura e colesterol sangüíneo, diabetes etc. Devemos ter um peso adequado à nossa estatura, idade e forma física, nem mais, nem menos, e devemos cuidar do “templo” de forma saudável. Devemos também encorajar uns aos outros quanto ao cuidado do corpo, sem culpa. Um corpo sã produz muito mais.
Cuidar do nosso corpo é um dever. Deus escolheu fazer dele o Seu templo. Sendo assim, deve ser usado de acordo com a vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável. Sabendo que o nosso corpo não é nosso, mas de Deus.

Mordomia do pensamento, Fp 4.8


Os pensamentos são um índice e sinal do caráter.

Introdução
Os pensamentos são um índice e sinal do caráter. Na verdade, reagem poderosamente no caráter de uma pessoa humana. Um pensamento mesquinho e pecaminoso repetido na mente fortalecerá a tendência natural para o mal. Por outro lado, se a paz de Deus dirige o coração, os pensamentos serão santos e puros; terrenos, se a carne e o mundo habitarem esse mesmo coração.
I. FASES DO PENSAMENTO.
  • A memória, o que é acumulado nos registros do cérebro, através dos sentidos físicos.
  • A análise, a avaliação dos dados da memória, a reflexão.
  • A imaginação, ou fantasia que está relacionada com as emoções, desejos íntimos e sonhos.
  • A elaboração do pensamento (a associação entre os dados guardados na memória e a imaginação) em ordem, para. ser aplicado à realidade externa.
II. DEUS CONHECE OS NOSSOS PENSAMENTOS.
Ele sabe os nossos pensamentos, Sl 139. 1, 2. Os nossos pensamentos devem ser agradáveis a Deus, Sl 19.14. Ele reprova os pensamentos maus, Gn 6.5; Pv 6.16-19 e Pv 15.26 .
III. INIMIGOS DO PENSAMENTO.
Literatura pecaminosa Programas televisivos e radiofônicos pecaminosos Fantasias pecaminosas - Mt 5.27 e 28 Más conversações, Sl 1. 1, 2; I Tm 6.20; I Co 15. 33.
IV. O QUE DEVE PREENCHER A NOSSA MENTE?
  1. Tudo o que é verdadeiro. O apóstolo se prende ao sentido de ser verdadeiro e falar a verdade;
  2. Tudo o que é honesto. Que tem ou revela dignidade ou elevação de caráter; honrado, nobre, respeitável, sério;
  3. Tudo o que é justo. Há quem coloque a mente nas coisas pelos métodos fáceis. O exemplo perfeito do que nós éramos está em Gênesis 6.5. O cristão, no entanto, tem a mente de Cristo (1Co 2.16), e por conta disso, pensa e age como um ser humano a imagem e semelhança de Deus;
  4. Tudo o que é puro. Pureza no mais alto sentido do que é moralmente puro e livre de máculas, do não-poluído, pois é deste modo que o apóstolo Paulo descreve a Igreja de Cristo e, de modo particular, os crentes, 2 Co 11.2; Ef 5; 1Jo 3.3. Não devemos colocar nossa mente nas imaginações dos sentimentos carnais (cf. Ef 2.3);
  5. Tudo o que amável. Não devemos planejar mentalmente vingança ou castigo despertando a amargura e o medo nos demais, nem deixar nossas mentes se prestarem para críticas, censuras e criação de ressentimentos.
  6. Tudo o que é de boa fama. A lista destaca a cortesia, a temperança, a pureza e o respeito. Afinal, a vida de qualquer pessoa é muito influenciada por aquilo a que dá atenção. O que tem boa fama é aquilo digno de que se pense;
  7. A Palavra de Deus, Sl 119.11; I Tm 4.15; Js 1.8;
  8. Recordação das bençãos recebidas de Deus, Sl 103.2;
  9. Deve sempre estar em renovação, Cl 3.1-10; Rm 12..1, 2.
CONCLUSÃO
É lei da vida que se alguém pensa com freqüência ou persistência em algo, o momento chegará quando não mais poderá deixar de pensar nisso. Essa é a razão porque é de importância máxima que a pessoa humana pense em coisas dignas. O profeta Isaías expressa a admirável profecia que "Tu [Deus] conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti, porque ele confia em ti" (26.3; cf. 2Co 10.5). Pense erradamente e o resultado será um terrível engano, inominável erro.
Como o homem pensa assim ele é, por esse motivo, é preciso sair do ambiente estreito das ansiedades, das perturbações e galgar a montanha do pensamento nobre onde o ar é puro e fresco. (I Co 2.16). Ter a mente de Cristo é pensar como Ele e ter o nosso pensamento dominado pelo mesmo.

Mordomia das palavras


Mt 12.33-37; Lc 6.45
Palavra dita em momento oportuno pode ser o fator crucial para o sucesso de determinado empreendimento, assim como a palavra imprópria pode levar ao fracasso.

Os trecho bíblico citado é esclarecedor para o nosso assunto. Este faz, pelo menos, quatro afirmações:
A palavra reflete o que está no coração. Evidentemente que a boca fala do que o coração está cheio, Mt 12:34;
  • Não é possível purificar as palavras sem antes purificar o coração;
  • Somos responsáveis por aquilo que falamos;
  • Iremos prestar contas a Deus das palavras que proferirmos.
I. PALAVRAS QUE ENTRISTECEM A DEUS.
1. Palavras mentirosas ( o que falamos ), Pv 6.17; Is 5.20. Nossa língua é capaz de realizar grandes destruições, Tg 3.5,6. Evidentemente que a boca fala do que o coração está cheio(Mt 12:34), portanto falar mentiras constata que o interior está cheio dela;
2. O testemunho falso ( o que dizemos dos outros ), Pv 6.19. É uma classificação ainda mais grave da mentira. Isto está ligado à calúnia e difamação, pecados que devemos certamente evitar em nossas vidas. De calúnia se diz : imputação falsa, que ofende a reputação ou o crédito de alguém. De Difamação se diz : descreditar, ou seja, dar uma versão aleivosa(desleal) e tornar o caráter e a reputação de uma pessoa questionável;
3. Semear contenda entre os irmãos ( o resultado do que dizemos dos outros), Pv 6.19. Este é o que Ele abomina. Certamente que dentro deste encontramos os que difamam e caluniam, estas são as sementes dos que semeiam contendas entre irmãos. Dentre todos os que vimos acima, este foi o que ganhou maior destaque na lista do que desagrada a Deus;
4. Palavra torpe, Ef 4.29. O apóstolo usa um pesado termo: "repugnante", "podre", utilizado para indicar alimentos deteriorados, estragados, como carne e peixes. Em outras palavras Paulo teria dito: "Não saia da boca de vocês palavras que cheiram a peixe podre". Nossas palavras não devem dispersar no ambiente o cheiro nauseante de imoralidade, mas o perfume de uma linguagem sã e agradável.
5. Expressões vergonhosas, conversas indecentes e palavras obscenas, Cl 3.8.

II. PALAVRAS QUE AGRADAM A DEUS
1. Palavras que produzem bons resultados - I Pe 3.10; Pv 15.4;
2. Palavras agradáveis e temperadas com sal - Cl 4.6. Como a comida é temperada com sal, a vida e conversa do cristão deve ser agradável e atraente, não insípida ou morosa;
3. Palavras oportunas - Pv 25.11;
4. Palavras espirituais - Cl 3.16 e 17; Ef 5.19; Dt. 6.6 e 7; Sl 19:14 .
CONCLUSÃO
Para agradarmos a Deus em nossas palavras precisamos está com o coração cheio da Palavra de Deus. Sempre sendo conduzido pelo Espírito Santo em nossas palavras. Reconhecendo que Deus é Senhor e que iremos prestar-lhe contas das mesmas.
Portanto amados precisamos aprender a ser mais pacificadores , o cuidado com o que falamos se torna cada vez mais necessário quando se trata de algo que Deus abomina, não podemos aceitar que difamem, caluniem, ou falem dolosamente sobre a vida dos que nos lideram.
Sua palavra dita em momento oportuno pode ser o fator crucial para o sucesso de determinado empreendimento, assim como a palavra imprópria pode levar ao fracasso.